Principais destaques econômicos:
- A taxa de desocupação brasileira manteve-se em 5,6% no trimestre encerrado em setembro de 2025, a menor desde o início da série.
- O IGP-M recuou 0,36% em outubro, após alta de 0,42% em setembro, com queda nos preços ao produtor e desaceleração no índice ao consumidor. No acumulado do ano, o índice caiu 1,30%, mas registra alta de 0,92% em 12 meses.
- O Rio Grande do Sul criou 3,9 mil empregos formais em setembro, com destaque para os setores de Serviços e Agropecuária. A Indústria apresentou perda de 1,1 mil postos, afetada pela sazonalidade do tabaco e impactos moderados das tarifas americanas. Ainda assim, o setor industrial acumula saldo positivo de 17,5 mil vagas em 12 meses.
- O Brasil gerou 213 mil empregos formais em setembro, com saldos positivos em todos os grandes setores. No acumulado de 12 meses, a Indústria criou mais de 310 mil postos de trabalho.
- O Setor Público Consolidado registrou déficit primário de R$ 17,5 bilhões em setembro, aumento em relação ao mesmo mês de 2024. A dívida líquida chegou a 64,8% do PIB e a dívida bruta a 78,1%.
- O Federal Reserve reduziu a taxa básica para o intervalo de 3,75% a 4,00%, no segundo corte consecutivo. O crescimento da economia norte-americana segue moderado, com desaceleração do emprego e inflação ainda elevada. A decisão dividida do Comitê aumenta a incerteza sobre os próximos passos da política monetária.
Acesse o material completo: Desemprego segue em mínima histórica e quadro fiscal pressiona dívida pública – Observatório da Indústria
Fonte: FIERGS- Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul.